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Itaú tem maior lucro da história entre bancos brasileiros, de R$ 28,363 bi

O lucro do Itaú Unibanco em 2019, de R$ 28,363 bilhões, foi o maior da história entre os bancos brasileiros, conforme levantamento da empresa de informações financeiras Economatica. O recorde anterior era o do próprio Itaú, em 2015 (R$ 27,660 bilhões).
O resultado do banco supera o desempenho histórico do setor tanto em valores nominais quanto em valores corrigidos pela inflação.
O ganho do Itaú no ano passado cresceu 10,2% em relação ao ano anterior (R$ 25,73 bilhões). O lucro líquido do Bradesco, principal concorrente do Itaú em 2019, foi de R$ 22,6 bilhões. O lucro líquido gerencial do Santander foi de R$ 14,55 bilhões. O outro banco com ações da Bolsa, o Banco do Brasil, ainda não divulgou seus resultados.
Na lista dos maiores lucros anuais dos bancos brasileiros, o Itaú ocupa as sete primeiras posições, considerando o lucro contábil. Veja o ranking abaixo, já levando em conta o reajuste pela inflação oficial, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).
Itaú Unibanco em 2019: R$ 28,363 bilhões
Itaú Unibanco em 2015: R$ 27,660 bilhões
Itaú Unibanco em 2014: R$ 26,526 bilhões
Itaú Unibanco em 2018: R$ 26,053 bilhões
Itaú Unibanco em 2017: R$ 25,933 bilhões
Itaú Unibanco em 2016: R$ 24,106 bilhões
Itaú Unibanco em 2011: R$ 22,853 bilhões
Bradesco em 2019: R$ 22,583 bilhões
Itaú Unibanco em 2010: R$ 22,179 bilhões
Banco do Brasil em 2013: R$ 21,973 bilhões
Itaú Unibanco em 2013: R$ 21,887 bilhões
Fonte: UOL
Diretoria Executiva da CONTEC

 

Empregados estão desorientados; ataque anunciado às funções e ao papel social do banco deixa um clima de terror e desolação
 
Charge: Marcio Baraldi

A direção da Caixa, à revelia das negociações com representantes dos empregados, anunciou nesta segunda-feira 10 o cronograma da reestruturação que ameaça funções e o papel social do banco. A maioria dos empregados teria apenas até a quarta-feira 12 para se manifestar sobre a função e lotação desejada. Além das informações insuficientes que causam inúmeros questionamentos, o sistema disponibilizado pelo banco para isto sequer está funcionando.
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A reestruturação atinge boa parte dos cargos. Nesta semana também passam por processos seletivos e revalidações os chefes de unidade, como os gerentes gerais. A manutenção das funções destes trabalhadores, todavia, acontecerá de forma totalmente subjetiva: apenas precisarão do aval de seus novos superiores.
“Muitos empregados, como os gerentes de relacionamento, passarão a ganhar 50% menos e continuarão a exercer as mesmas atividades. Outros serão realocados em agências, após muitos anos sem atender o público, em funções totalmente diversas, sem qualquer tipo de treinamento ou preparo anterior”, enfatiza a dirigente sindical Tamara Siqueira, empregada da Caixa.
“Os empregados estão apreensivos em meio a todo esse clima de desinformação e terror. Muitos passaram mal durante o anúncio do cronograma e procuraram o Sindicato. Imaginem como está a cabeça de um trabalhador com tantas incertezas?”, questiona a dirigente.
O desrespeito da empresa é tamanho que as pessoas afastadas por licença ou em período de férias também são obrigadas a manifestar seu interesse até quarta-feira, mas dependem da iniciativa dos colegas em avisá-los. A área de gestão de pessoas, que é a responsável por esse trâmite, mal soube orientar um empregado que os procurou.
Tamara lembra que essa medida anunciada pela Caixa está em desacordo com a cláusula 48 do ACT, que diz que o banco é obrigado a discutir previamente com a mesa de negociação permanente qualquer reestruturação. Está marcada para a quarta-feira 12 uma nova rodada de negociação entre representantes dos empregados e a direção do banco.

 

Câncer de colo do útero: entenda prevenção, sintomas e tratamento

O câncer de colo de útero é o terceiro tumor maligno mais frequente nas mulheres – atrás apenas do de mama e do colorretal – e a quarta causa de morte por câncer entre a população feminina no Brasil, de acordo com o O Instituto Nacional do Câncer (INCA). A doença, entretanto, pode ser descoberta durante exame de rotina e atinge altas taxas de cura quando detectada e tratada no início.
Causa
O câncer do colo do útero é causado pela infecção persistente do papilomavírus humano (HPV), principalmente por seus subtipos chamados de oncogênicos. “Além disso, outros fatores de risco associados são: início precoce da atividade sexual, múltiplos parceiros, histórico de verrugas genitais, tabagismo e pacientes com doenças imunossupressoras”, alerta o ginecologista José Moura, do Hospital da Mulher Anchieta.
O médico explica que a infecção por HPV é bastante frequente e não evolui para a doença em grande parte das vezes, sendo combatida pelo sistema imunológico da paciente. Entretanto, quando há alterações celulares, os casos podem evoluir para o câncer. “Descobrimos essas lesões precursoras durante a realização do exame preventivo papanicolau. Por isso, é fundamental que as mulheres procurem um médico periodicamente. Quando o tumor é detectado no início, há chance de cura na maioria dos casos”, explica Moura.
Segundo o especialista, o papanicolau deve ser feito em mulheres de 25 a 64 anos de idade que já tiveram relação sexual, conforme diretriz do Ministério da Saúde. Em relação à frequência, ele explica que precisar ser realizado a cada três anos, após dois exames normais consecutivos no intervalo de um ano.
Prevenção
O uso de preservativo durante as relações sexuais é fundamental para diminuir o risco de transmissão e infecção pelo papilomavírus humano. A transmissão também pode ocorrer no parto.
Atualmente, existe a vacina contra o HPV. Ela é indicada para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, além de pessoas que vivem com HIV e indivíduos transplantados na faixa etária de 9 a 26 anos. A vacinação é medida preventiva, não sendo eficaz contra infecções ou lesões por HPV já existentes.
A vacinação, o uso de preservativos em todas as relações sexuais e a realização periódica do exame preventivo são as medidas indicadas para prevenção do câncer de colo de útero.
Sintomas
Os sintomas são corrimento vaginal amarelado com odor desagradável, sangramentos menstruais irregulares e sangramento após a relação sexual, além de dores na região do baixo ventre.
Nos estágios mais avançados, a paciente pode apresentar dores pélvicas de forte intensidade, anemia, dores em região lombar, alterações miccionais e no hábito intestinal.
Tratamento
O oncologista do Hospital do Câncer Anchieta, Marcos França, destaca que a prevenção é a melhor estratégia. “A avaliação anual e regular com um ginecologista, com a coleta do material do preventivo pode promover a detecção nas fases iniciais da doença, inclusive antes do desenvolvimento do tumor propriamente dito”, explica.
Além da prevenção, diversos tratamentos podem ajudar, sobretudo quando já houver diagnóstico do tumor. Segundo o oncologista, as opções são procedimentos cirúrgicos, radioterapia, quimioterapia, braquiterapia (tipo de radioterapia interna, na qual o material radioativo é inserido dentro ou na região próxima ao órgão a ser tratado) ou a combinação dessas estratégias.
França conta que, atualmente, existem tratamentos mais modernos para combater o câncer. Ele cita, por exemplo, o uso de novas medicações como os anticorpos monoclonais, que destroem as células tumorais e impedem que o tumor promova o desenvolvimento de vasos sanguíneos para si.
“Mais recentemente, novos estudos mostraram a eficácia da imunoterapia também contra esse tipo de tumor. O tratamento tem por objetivo melhorar o sistema de defesa da paciente para que as próprias células do sistema imunitário combatam a lesão tumoral”, aponta.
Fonte: Metropoles



 

 

Lucro do Banco do Brasil sobe 32,1% e atinge R$ 17,8 bi em 2019

No quarto trimestre, o lucro do banco foi de R$ 4,6 bilhões
O lucro líquido do Banco do Brasil alcançou 17,8 bilhões em 2019, avanço de 32,1% em relação ao ano anterior. No quarto trimestre, o lucro foi de R$ 4,6 bilhões. O resultado veio em linha com as projeções do banco para o ano, de um crescimento entre R$ 16,5 bilhões e R$ 18,5 bilhões.
O banco havia revisado seu guidance (previsão de resultados) para 2019 no terceiro trimestre. O resultado reflete um aumento de 12,3% da margem financeira líquida (receitas com operações de crédito), que atingiu R$ 40,1 bilhões no ano.
Os ganhos do banco com tarifas e prestação de serviços atingiram R$ 29,2 bilhões, aumento de 6,4% ante 2018, puxados por consórcios, que cresceu 29,9%, pelas rendas com mercados de capitais, que avançaram 23,7% e pela receita com seguros, previdência e capitalização, que subiu 18%.
No terceiro trimestre, o presidente do banco público, Rubem Novaes, já havia sinalizado um maior foco na administração de recursos em prol de uma desaceleração nos créditos concedidos às grandes empresas. Na época, havia afirmado que o BB estava mais conservador no atacado e mais agressivo no quesito a crédito para pessoas físicas e micro, pequenas e médias empresas.
A carteira de crédito ampliada do BB —que também inclui títulos de valores mobiliários— atingiu R$ 699 bilhões em 2019, queda de 2,6%. O recuo foi puxado pela queda de 9% na carteira pessoa jurídica. Os empréstimos para pessoas físicas, cuja carteira responde por 28,2% do total, cresceu 9% em 2019.
Entre os saltos mais expressivos no crédito do banco para o varejo estão as linhas de empréstimo pessoal, com avanço de 45,2%, de crédito renegociado, alta de 19,2% e de crédito consignado, que subiu 14,3%. Cartão de crédito avançou 10,7% no período. Os empréstimos para grandes empresas ficaram em R$ 117,2 bilhões, queda de 24,6%. Já para micro, pequenas e médias empresas, a alta foi de 8,5%, para R$ 59,5 bilhões.
A inadimplência do banco ficou em 3,27%. Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (13), a alta de 0,74 ponto percentual em relação a 2018 foi por conta de um caso específico. A inadimplência média do sistema financeiro no período foi de 2,9%. O movimento corresponde, também, à estratégia baseada em forte crescimento no mercado de capitais como uma tentativa de compensar a maior demanda das grandes companhias pelo segmento, ante os prazos maiores e juros mais baixos.
Também no terceiro trimestre, Novaes já havia afirmado que buscava um parceiro internacional para a BB DDTVM. As apostas do mercado estão entre três grandes nomes do mercado: Blackrock, Franklin Templeton e Principal Financial Group.
A proposta de reforma estatutária da Cassi (Caixa de Assistência que administra o plano de saúde dos funcionários do BB), que já havia anunciado precisar de R$ 1,4 bilhão até este ano para compor as reservas exigidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), trouxe impactos para as despesas de pessoal, segundo o banco. Esses gastos subiram 11,3% no quarto trimestre ante igual período de 2018, para R$ 5,5 bilhões. No ano, essas despesas atingiram R$ 20,2 bilhões.
Os resultados ficaram dentro das projeções feitas pelo BB para 2019. Para 2020, a expectativa de crescimento ficou em um intervalo entre R$ 18,5 bilhões e R$ 20,5 bilhões para o lucro líquido, de 5,5% a 8,5% para a carteira de crédito total, de 1% a 4% para rendas com prestação de serviços, e de 2% a 5% para a margem financeira bruta. O retorno sobre patrimônio líquido ajustado do BB ficou em 14,7%, aumento de 2,5 pontos percentuais em comparação a 2018.
Fonte: Folha.com
Diretoria Executiva da CONTEC

 

Novo modelo de placa do Mercosul será obrigatório a partir do dia 31

A partir do dia 31 deste mês o uso da placa Mercosul passa a ser obrigatório em todo o País, mas não para todos os veículos. O prazo foi definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no dia 28 de julho de 2019. O sistema, que deveria ter entrado em operação em janeiro de 2016, teve seis adiamentos. O novo prazo foi determinado para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem credenciar as fabricantes das placas.
Dos 26 Estados brasileiros, apenas dez já haviam aderido à nova Placa de Identificação Veicular (PIV). São eles: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia.
São Paulo, por exemplo, ainda não havia aderido ao modelo. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) informou que passará a utilizar o novo sistema a partir de 1.º de fevereiro.
A placa Mercosul passa a ser obrigatória para veículos novos, no primeiro emplacamento. E também para os veículos transferidos de município ou de Estado ou, ainda, em caso de furto ou dano extenso à placa, que dificulte a leitura. De acordo com o Detran-SP, pessoas que desejam trocar voluntariamente a placa também podem aderir ao novo modelo.
As atuais placas no padrão cinza custam R$ 138,24. O Detran-SP não informou qual será o preço das placas de padrão Mercosul. Por meio de nota, o órgão de trânsito estadual informou que “a estampagem, comercialização e instalação das placas serão serviços prestados pelas empresas credenciadas pelo Detran-SP e cabe a elas determinar os valores das placas”.
Informou ainda que “isso está em conformidade com a resolução (do Contran), que não abre a possibilidade de licitação das empresas ou qualquer tipo de iniciativa que iniba a livre concorrência, como o tabelamento de preços, pelo Detran-SP”.
Fonte: Terra

 

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